quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Santa Missa: Celebração Litúrgica da Eucaristia

INTRODUÇÃO:
O centro da liturgia da Igreja é a Eucaristia – a Missa -, que os Apóstolos celebraram desde o primeiro momento; desde então até agora, a Missa permaneceu essencialmente a mesma.
Vamos expor o sentido das diversas partes e diálogos entre o sacerdote e os fiéis. Também falaremos da obrigação de participar da Missa aos domingos e festas de guarda, se já tem completados os sete anos, se já existe o uso da razão e não exista um impedimento grave.

IDÉIAS PRINCIPAIS:

1. A participação na Eucaristia

Objetivamente, a Missa é a ação mais importante que se celebra na terra e, quando dela participamos, devemos
faze-lo com o maior interesse e devoção tratando de conseguir o maior fruto possível. Posto que na Missa se renova o sacrifício do Calvário, deveríamos estar presentes com os mesmos sentimentos de Nossa Senhora ao pé da cruz, acompanhando a seu Filho, plenamente identificada com Ele.

2. Partes da Missa
A liturgia da Missa se desenvolve conforme uma estrutura fundamental, conservada através dos séculos.
Compreende dois grandes momentos, unidos entre si: a liturgia da Palavra e a liturgia Eucarística, precedidas pelos ritos iniciais e seguidas da conclusão.
Ritos iniciais, que tem um caráter de introdução e preparação:

a) Quando o sacerdote se dirige ao altar e se reza ou se canta o intróito.

b) O sacerdote beija o altar em sinal de veneração, porque o altar simboliza a Jesus Cristo.

c) Saúda os fiéis e os convida a reconhecer seus pecados, rezando o “Confesso...” ou outra formula daquelas aprovadas pela Igreja, que se encontram no Missal Romano. Ainda que este ato penitencial não tem a eficácia do sacramento e o pecado mortal só é perdoado com a confissão, temos de arrepender-nos sinceramente dos nossos pecados.

d) Finaliza o rito inicial com a recitação ou canto do Kyrie e, quando previsto, do Glória, seguidos da oração Colecta.

· LITURGIA DA PALAVRA.
Nesta parte da Missa, distinguem-se os seguintes momentos:
- Leituras da Sagrada Escritura. Nos domingos e festas são três: uma do Antigo Testamento, outra do Novo e a terceira do Evangelho; nos dias feriais são lidas só duas, sendo a ultima sempre do Evangelho. Entre uma leitura e outra canta-se ou recita-se o Salmo responsorial, com uma resposta que todos repetem.
- Homilia. O sacerdote explica as verdades reveladas por Deus e ensinadas pela Igreja, para nos instruir na fé e nos animar a melhorar nossa vida, tomando consciência do que se leu e do sentido da celebração.
- Profissão de fé. É o ato solene no qual confessamos nossa fé, recitando o Credo. Rezamos em pé, inclinando a cabeça em sinal de respeito ao dizer “e se encarnou por obra do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, e se fez homem.”
- Oração dos fiéis. Com esta oração pedimos pela Igreja, pelo Papa e pela hierarquia, pelas autoridades civis e por todos os homens, em especial pelos mais necessitados.

-LITURGIA EUCARISTICA.
Esta é a parte principal da Missa, que renova – mediante a Consagração – o sacrifício de Cristo na cruz. As ações principais desta parte são:
- A apresentação das oferendas ou ofertório. O sacerdote oferece a Deus o pão e o vinho, que são a matéria do sacrifício; com o pão e o vinho podem ser levados outros dons para serem repartidos com os necessitados. O sacerdote convida à oração, pedindo que o sacrifício da Igreja seja agradável ao Senhor: “Orai, irmãos e irmãs, para que este nosso sacrifício ...”. Os fiéis respondem: “Receba o Senhor este sacrifício....”.
- O Prefácio. É um canto de louvor e de ação de graças ao se recordar as maravilhas de Deus, que se conclui com o cântico dos anjos no céu: “Santo, Santo.... Hosana nas alturas”.
- A Oração eucarística. Também chamada de “Cânon”, cujo centro é a consagração, na qual o sacerdote pronuncia em nome de Jesus Cristo e com a intenção de consagrar, as mesmas palavras que Ele disse na última Ceia. Neste momento, Jesus Cristo se faz realmente presente sobre o altar, renovando o sacrifício redentor de sua Paixão e Morte. É o momento de se fazer atos de fé e pedir a Jesus pelos vivos e pelos mortos.
- Rito da Comunhão. Começa com a breve monição que introduz à oração do Pai Nosso, que é acompanhada com outras orações. O sacerdote, então, apresenta a Sagrada Forma: “Eis o Cordeiro de Deus...”, e os fiéis continuam com o sacerdote: “Senhor, eu não sou digno...” , fazendo um ato de humildade e de fé. A melhor maneira de participar na Missa é através da participação na Comunhão, estando na graça de Deus e devidamente preparados; se não se vai comungar, é aconselhável fazer-se, então, uma comunhão espiritual.
- Rito de conclusão. Com a saudação e a benção final termina a Missa. Tendo-se comungado, convém fazer a ação de graças por uns minutos.

3. Participação dos fiéis na Missa

Durante a Missa, os fiéis participam dialogando com o sacerdote várias orações, além de cantar, ajoelharem-se
etc.. Convém aprender as orações e respostas, para participar dignamente na Santa Missa.

4. O primeiro mandamento da Igreja: Ouvir Missa inteira aos domingos e festas de guarda.

Para ensinar-nos a importância da Missa e ajudar-nos a cumprir o terceiro mandamento da lei de Deus, a Igreja
obriga –sob pecado mortal – a participar da Missa aos domingos e festas de guarda.
Esta obrigação começa uma vez cumpridos os sete anos, para aquelas pessoas que gozam habitualmente do uso da razão e não tem um impedimento grave.
A Igreja deseja que participemos da Missa não porque está mandado, mas por iniciativa própria e com generosidade. Inclusive aconselha aqueles que podem, a participar diariamente da Santa Missa. A razão é clara: a Missa é o centro e a raiz da vida da Igreja e de cada um dos cristãos, e é o ato de culto por excelência oferecido a nosso Pai do céu. Se tivermos consciência do que é e do que representa em nossa vida e na vida da Igreja, faríamos todo o possível para assistir a Missa a cada dia.

5. PROPÓSITOS DE VIDA CRISTÃ:

· Viver bem a Santa Missa, participando nos diálogos, cantos e cuidando da postura.
· Fazer o propósito de nunca deixar a Missa Dominical e de Preceito, e dela participar em outros dias, sempre que possível.


SER MINISTÉRIO DE MÚSICA


O Ministério de Música é essencial e fundamental. É um dos maiores instrumentos da Igreja, responsável por atingir, através do louvor, aquele coração sofrido, cansado, perdido, e resgatá-lo para mais próximo de Deus.
O Ministério de Música sempre vai à frente, cada ministro com seu instrumento (violão, teclado, bateria, vozes) como uma arma de guerra, derrubando todos os inimigos, todas as barreiras, que tantas pessoas enfrentam no seu dia-a-dia.

Ser Ministério de Música não é só apenas tocar e animar as missas, Deus espera e quer mais, mais de você individualmente, e mais da sua equipe. Devemos estar sempre prontos e preparados, pois cada dia vai ser mais difícil. Agora não basta apenas "tocar ou cantar", devemos "tocar para curar", "tocar para salvar", tocar com as mãos, tocar com o instrumento, com a voz.
Consagrado deve ser você, ministro de música, e seu instrumento de guerra, para que na hora da batalha, o inimigo se distancie de você, ficando com o espaço aberto para curar o coração das pessoas, aproximá-las de Deus, através dos simples e belos toques dos acordes dos instrumentos, das suaves vozes, tudo isto saindo de dentro do seu coração, passando pelo seu instrumento de guerra, e com o poder de Jesus, curar o coração das pessoas que estão com as feridas abertas.

Não se pode brincar mais de Ministério de Música, brincar com violões, teclados, bateria... Fazer do seu instrumento um passatempo diante de Deus. Se "apresentar" ou dar "show" nas missas e celebrações. Seu ministério está perdendo tempo, você está perdendo seu tempo se age assim, se ministra assim. O tempo é curto e valioso, não há tempo a perder, corações esperam ser resgatados, chega de brincadeira e comece a trabalhar sério, trabalhar com Jesus.
Se entregue de coração ao seu Ministério de Música, faça valer a pena o tempo que passa com Jesus, seja ungido e consagrado, para que a palavra do Senhor, através de você, faça nova todas as coisas.

"Deus, pela intercessão de Maria Santíssima, mandai vosso Espírito Santo a todos os Ministérios de Música que se encontram fracos e desanimados, capacitando a cada ministro para enfrentar e superar todas as dificuldades, dando-lhes sabedoria para conduzir seu ministério com responsabilidade. Amém"

A postura do Músico

Inicialmente ao falar de postura é preciso avaliar locais, situações, ocasiões. A palavra significa posição do corpo ou parte dele; atitude. Logo, podemos ir além da postura e falar de comportamento que vem a ser o conjunto de reações de um indivíduo.
Habitualmente o que se espera de um ministro de música na igreja é que tenha um comportamento adequado e um movimento de acordo com o ambiente em que está; incluindo bom senso principalmente.
É um tanto complexo falar de posturas e comportamentos, pois se questiona o que é certo e errado, conceitos chegam às pessoas como julgamentos. Não é esse o objetivo desse artigo. Na verdade é apenas para relembrar que é preciso ter uma postura nas celebrações. Lembrar que servimos a Deus, e a igreja é um local sagrado que exige respeito, silêncio, atenção, levar o povo a rezar, celebrar com os momentos de festa, enfim ser instrumento para Aquele que nos colocamos a serviço. Isso inclui um comprometimento, não apenas nos finais de semana, ou durante a celebração, mas está no agir diário de ser cristão em qualquer local e situação.
Durante as celebrações, é bom lembrar, inclusive, que o ministro de música canta com a comunidade e não para a comunidade, o que temos aí uma diferença. O músico, neste caso, tem como missão levar as pessoas a celebrarem e não assistirem uma apresentação musical. Aliás, podemos citar muitas paróquias em que o grupo de canto apenas canta para si mesmo, e a comunidade só assiste. No caso da Santa Missa, o centro é o Cristo, os animadores devem partilhar da canção com povo. Se os cânticos forem novos, ensaiar com a comunidade antes da celebração seria uma boa idéia, mas não cantarem apenas músicas conhecidas por eles (os músicos) e deixar o povo apenas de expectadores/ouvintes.

Algo de suma importância é um bom diálogo com o celebrante, o padre! O sacerdote deve saber as partes da liturgia que foram preparadas para serem cantadas (Glória, Salmo, Santo, Pai-Nosso, Cordeiro), saber os cânticos escolhidos (Entrada, Oferenda, Comunhão, Final) e certamente tais cantos devem estar de acordo com o rito do dia.

Há um grande número de jovens participando de grupos de cânticos nas missas, é belo vê-los presente, mocinhas, rapazes, é nossa igreja amanhã, pais e mães em um futuro próximo, porém esse é o momento de catequizá-los. Deixar os chicletes, blusinhas curtas, decotes, transparências e shorts curtinhos para outros ambientes. Convenhamos que não seja a melhor opção em uma celebração Eucarística e dentro de uma igreja.
Outro detalhe que é necessário citar é a altura dos instrumentos musicais nas celebrações, às vezes estão tão alto que não se escuta letra, o grupo e a comunidade. Instrumento é acompanhamento na celebração. Deve-se ter bom senso quanto a isso, não adianta muito barulho onde se celebra a palavra cantada.
Vale lembrar que conversas paralelas durante a celebração, mesmo que sejam sobre as músicas escolhidas, tons, etc., não é correto. Uma boa dica é marcar um dia e horário para discutir sobre as leituras, os cantos apropriados e os tons das canções. Na hora da celebração certamente não é o mais coerente. No caso de uma extrema necessidade, usar de discrição seria o mais viável.
Durante a execução dos cantos, também existe uma forma de se portar. A postura de nosso corpo deve estar de acordo com aquilo que se canta. A expressividade é um todo. Além das técnicas aplicadas ao canto, também é importante observar como se apresentar, como transparecer nossa essência, como sorrir e respondemos a essa expressividade. Ao cantar, os olhos, o corpo, a face corresponde ao que a música representa em nós e procura-se através das canções levarem pessoas a Deus!

A harmonia dos sinais (canto, música, palavras e ações) é aqui mais expressiva e fecunda por exprimir-se na riqueza cultural própria do povo de Deus que celebra”. CIC 1158

Colocar um dom à disposição da igreja é colocar sua vida em serviço. Que saibamos estar inteiros em nossa missão, fazendo de nossa música uma música voltada para o Cristo e levando nossos irmãos a celebrar em harmonia com nossa expressão.

Karla Fioravante
karla.fioravante@terra.com.br
Cantores de Deus - São Paulo-SP

Orientações iniciais aos Ministérios de Música

O Ministério de Música deve ser aberto às moções de Deus, ao desejo do coração do Senhor e isso só poderá ocorrer se os seus membros forem pessoas de vida de oração, habituadas a escutar a voz do Senhor e dóceis a cumprir a sua vontade.

A partir do momento que os Ministérios de Música começarem a ministrar a música com a unção de Deus, porque foram escolhidos por Ele, chamados a exercer esse serviço com autoridade de Cristo Ressuscitado cheio de alegria e inabalável confiança, a partir desse momento a Graça de Deus já esta acontecendo.


“O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por ‘estarem intimamente ligados à ação litúrgica’, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembleia nos momentos previstos e o caráter solene da celebração. Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis” (Catecismo da Igreja Católica, n. 1157).

Algumas dicas sobre a postura do ministério de música em animações litúrgicas, especialmente nas Celebrações Eucarísticas.
Na Santa Missa, o presidente é o sacerdote; portanto, antes de toda e qualquer celebração, converse com o padre e exponha o que o ministério preparou em unidade com a equipe de liturgia.
Dada a complexidade e até das diferentes interpretações sobre a liturgia que alguns padres dão; em todo o caso, vale a máxima: “Quem obedece não peca”. Portanto, consulte-o e obedeça-lhe.
Se você tiver conhecimento o bastante sobre o assunto e abertura com o sacerdote, poderá defender sua opinião; o diálogo nos faz crescer. Mas converse em outro momento, não poucos minutos antes do início da celebração.
Na Celebração Eucarística, a música deve contribuir para o engrandecimento e a profundidade dos momentos litúrgicos; por isso, cada canção precisa se encaixar com o momento certo e acompanhar os tempos litúrgicos.

Santa Missa não é show!

Não chame a atenção do povo para si ou para seu grupo musical. Na Eucaristia, Jesus é o centro. Não desvie a atenção das pessoas com “caras e bocas” durante a interpretação de uma música, nem na execução de um solo instrumental. Tampouco converse durante a Celebração Eucarística, escolha antecipadamente as músicas e seus respectivos tons. Se houver extrema necessidade de algum diálogo, faça-o da forma mais discreta possível. Nada mais desagradável do que um ministério se entreolhando com ar desesperado, de: “Qual a próxima música?” ou “Qual o tom?”.
Não use, durante a Missa, roupas com cores fortes ou estampadas, a não ser que você seja convocado de surpresa e não tenha condições de se trocar. Também não use, de jeito nenhum, roupas sem mangas, decotadas, transparentes ou bermudas durante a Celebração Eucarística.
Escolha os cânticos de acordo com as leituras e o tempo litúrgico. Não se pode cantar os “hits”, a não ser que se encaixem com o tema da celebração.
Peça aos músicos que toquem de forma harmônica e com um volume que favoreça a oração. Muitas vezes, sacerdotes e até bispos são “martirizados” pelo alto volume dos instrumentos, inclusive da bateria, montados a menos de um metro de seus ouvidos, em palcos pequenos.
Não use a harmonia mais complicada que você sabe tocar. Nas celebrações, precisamos ajudar o povo a rezar as canções. Acordes muito dissonantes não são os mais indicados nessas ocasiões. Cuidado para não fazer das Missas uma “válvula de escape” para seu desejo de tocar no “Free Jazz Festival” ou no barzinho mais “out” de sua cidade.
Ensaie com os fiéis antes da Missa. Ensine-lhes os cânticos novos e motive-os a rezar com eles.
Algumas fórmulas da Santa Missa, como o “Cordeiro de Deus”, não podem ser modificadas. Estude liturgia! Em liturgia não dá para improvisar.
Não queira ser um ministro de música “garçom”, que apenas serve aos outros o banquete. Participe ativamente de cada momento da Celebração, sente-se à mesa. Você também é um “feliz convidado para a Ceia do Senhor”.
Se você é animador de música na liturgia, não multiplique as palavras. Não queira fazer uma homilia a cada música, nem queira roubar o papel do comentarista.
Luiz Carvalho - luizcarvalho@recado.org.br
Fundador da Comunidade Recado - www.recado.org.br

HORÁRIO DE MISSAS

HORÁRIOS DE MISSAS


MATRIZ

Domingo – 07h, 10h e 19h (19h transmissão pela Rádio Mantiqueira)

Segunda-feira – 07h (19h – celebração da Palavra com diácono)

Terça-feira – 19h (07h – celebração da Palavra com diácono)

Quarta-feira – 07h, 15h (Novena Perpétua) e 19h

Quinta-feira – 07h e 19h

Sexta-feira – 07h e 19h

Sábado – 07h


Capela de N. Sra das Graças

Sábado – 19h


CAPELA DE SANTA LUZIA E SÃO SEBASTIÃO

Sexta-feira – 19h30


CASA DE NAZARÉ

Toda 1ª terça-feira do mês às 19h30


ASILO

1ª quinta-feira do mês – 09h30


EDUCANDÁRIO

2ª quinta-feira do mês – 16h00 (Exceto meses de julho, dezembro e janeiro)


SANTA CASA

De segunda a sexta às 06h20 e sábado às 16h (Padres salesianos)


CAPELA N. SRA AUXILIADORA - ORATÓRIO

Domingo às 07h, 08h15(transmitida pela Rádio), 09h30, 17h30 e 19h00

Segunda a sexta às 06h20 e 19h

Sábado às 17h30 e 19h00 (dominicais)


MISSAS VOTIVAS

Todo dia 13 – Santo Antônio (Matriz) com entrega de pães de Santo Antônio

Todo dia 25 – Frei Galvão com entrega das pílulas (Matriz)

Todo sábado às 07h00 – Nossa Senhora (Matriz) com ato de devoção


MISSA DOS ENFERMOS

No tempo do Advento e da Quaresma



HORÁRIO DE CONFISSÕES:

Matriz - sexta-feira a partir das 07h30 até 09h30

Antes ou depois das missas na matriz (a combinar com os padres)

Oratório Salesiano – de segunda a sexta a partir das 18h (padres salesianos)


HORÁRIO DO EXPEDIENTE DA SECRETARIA:

Segunda a sexta das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30.(Exceto feriados!)


ENCONTRO DE PREPARAÇÃO PARA O BATISMO:

1ª sexta-feira do mês às 19h30 no salão paroquial


BATIZADOS:

2º sábado do mês às 17h na matriz


ENCONTRO DE NOIVOS:

Duas vezes por ano conforme agenda do Setor Pastoral Cruzeiro.




NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO

Quadro "A Imaculada Conceição", por Bartolomé Murillo, Museu do Prado, Madri.

A Imaculada Conceição é um dogma da Igreja Católica Romana. Definido no século XIX, sua festa litúrgica é celebrada em 8 de Dezembro.
Segundo esse dogma, a Virgem Maria foi preservada do pecado original desde o primeiro instante de sua existência. Nascida há dois mil anos, na zona da Palestina, Maria é uma das mais controversas personalidades do cristianismo.

Histórico

Segundo a Igreja Católica, o bom senso dos fiéis sempre acreditou na imunidade de Maria do pecado original. Tanto no Oriente como no Ocidente, há grande devoção à Maria enquanto mãe de Jesus e "Virgem sem Pecados", notados desde os primórdios do cristianismo, quando o dogma da Imaculada Conceição já era tido para os fiéis como verdade de fé.
Os escritos cristãos do século II testemunhavam a idéia, concebendo Maria como nova Eva, ao lado de Jesus, o novo Adão, na luta contra o mal. O Protoevangelho de Tiago, obra apócrifa antiga, narrava Maria como diferente dos outros seres humanos. No século IV, Efrém (306-373), diácono, teólogo e compositor de hinos, propunha que só Jesus Cristo e Maria de Nazaré são limpos e puros de toda a mancha do pecado. Ha', no entanto, divergencia quanto a tal pensamento, principalmente entre teologos protestantes, que consideram somente Jesus sem nenhum pecado por ser Ele mesmo divino e ter-se oferecido como vitima pelos pecados do mundo, inclusive os de Maria, Sua mae. Assim, embora, a considerem virtuosa e a agraciada por ter sido escolhida como mae do Salvador, como ser criado e descendente de Adao e Eva, Maria tambem necessitaria, como todos os homens, da redencao divina. Alguns cristaos, como os adventistas do setimo, creem ainda que, apesar de Cristo nao ter pecado jamais, herdou a natureza caida do homem, da parte de Maria, pois segundo Paulo no livro de Romanos, "todos pecaram e destituidos estao da gloria de Deus." Em outras palavras, Cristo, apesar de nao ter pecado, teria tendencias a pecar, se o quisesse por ser descendente, na carne, de Adao, um pecador. Segundo tal raciocinio, Satanas teria o direito de zombar de um sacrificio espurio, se Cristo fosse imune ao pecado. Maria, entao, nao poderia ser tampouco perfeita, transmitindo imunidade ao pecado a seu Filho, pois isto frustraia o plano divino de redimir totalmente o pecador. Tal condicao mostraria que Este, como homem, nao tinha livre arbitrio como os demais humanos e tornaria a obra da redencao invalida. Ademais, como representante do ser humano perante o Pai, Jesus, que em tudo foi tentado, "mas sem pecado," teria provado que e' possivel vencer o pecado em uniao com Deus. O cristao teria o mesmo poder a sua disposicao somente quando unido a Cristo que disse "sem Mim nada podeis fazer!"
Já no século VIII se celebrava a festa litúrgica da Conceição de Maria aos 8 de dezembro ou nove meses antes da festa de sua natividade, comemorada no dia 8 de setembro. No século X a Grã-Bretanha celebrava a Imaculada Conceição de Maria.
Na Itália do século XV o franciscano Bernardino de Bustis escreveu o Ofício da Imaculada Conceição, com aprovação oficial do texto pelo Papa Inocêncio XI em 1678. Foi enriquecido pelo Papa Pio IX em 31 de março de 1876, após a definição do dogma com 300 dias de indulgência cada vez que recitado.

Definição dogmática

Aos 8 de dezembro de 1854, Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus, fez a definição oficial do dogma da Imaculada Conceição de Maria. Assim o Papa se expressou:
Em honra da santa e indivisa Trindade, para decoro e ornamento da Virgem Mãe de Deus, para exaltação da fé católica, e para incremento da religião cristã, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, e com a nossa, declaramos, pronunciamos e definimos a doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus e, portanto, deve ser sólida e constantemente crida por todos os fiéis.

Oração a Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Virgem Santíssima, que fostes concebida sem o pecado original e por isto merecestes o título de Nossa Senhora da Imaculada Conceição e por terdes evitado todos os outros pecados, o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras: "Ave Maria, cheia de graça"; nós vos pedimos que nos alcanceis do vosso divino Filho o auxílio necessário para vencermos as tentações e evitarmos os pecados e, já que vós chamamos de Mãe, atendei-nos com carinho maternal e ajudai-nos a viver como dignos filhos vossos. Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós.

Matriz Imaculada Conceição de Cruzeiro / SP

IGREJA MATRIZ IMACULADA CONCEIÇÃO



Com o aumento da população da cidade de Cruzeiro e a pedido do Pe. Ernesto Maria de Fina, Vigário da Paróquia de N. Sra da Conceição do Embaú, a Igreja de Santa Cecília passou a abrigar a sede da Paróquia de N. Sra da Conceição na cidade de Cruzeiro. Em 1935 deu-se a inauguração do novo templo construído por iniciativa do Pe. Ramon de Oliveira Ortiz. A Paróquia Imaculada Conceição celebrou em 2010 os 75 anos da inauguração da sua sede no centro da cidade de Cruzeiro.
A devoção a Imaculada Conceição de Nossa Senhora é antiqüíssima na Igreja. Em 1854, Pio IX, embargado pela emoção, proclamou o dogma da Imaculada Conceição de Maria. É uma verdade de fé defendida, muitos anos antes da sua proclamação solene, por muitos santos e doutores da Igreja. Tal dogma de fé professa que a Bem-aventurada Virgem Maria, em previsão dos méritos de Cristo, foi preservada no momento da sua concepção, da mancha do pecado original.
A Igreja Matriz da Imaculada Conceição em Cruzeiro é o segundo maior templo religioso da região do Vale do Paraíba, ficando atrás apenas da Basílica Nacional de Aparecida. A Igreja possui nave única e duas torres com relógios e sinos, estando localizada no coração da cidade, na Av. Dr. Celestino.

Atualmente, abrange as seguintes Comunidades:
Nossa Senhora das Graças
Santa Luzia e São Sebastião
Nossa Senhora Auxiliadora (Salesianos)
Capela N. Sra das Dores (Santa Casa)
Casa de Nazaré